Matérias

18.06.2012 - Vestibular Indígena inclui entrevista com candidatos.

Critério adotado pela primeira vezaprimora processo seletivo e permite que inscritos esclareçam pendências de documentação.

"O Processo de admissão da Universidade de Brasíliapara estudantes indígenas foi aperfeiçoado. As provas objetivas e de redação em língua portuguesa agora passam a ser seguidas de entrevistas com os candidatos. O Cespe/UnB, que nos dias 16, 17 e 18 de junho aplicou as etapas do vestibular em quatro estados da região Norte, adotou esta fase para aprimorar o processo"

Por Wilton Castro, AssessoriA Técnica de Comunicação do Cespe/UnB.

Disponível em http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6718

31.05.2012 - Faculdade de Direito da USP recomenda Cotas Raciais para a USP.

Com a declaração de constitucionalidade das Cotas pelo STF, a Faculdade de Direito retoma debate para incluir Cotas Raciais.

“Entendemos que era a hora de colocar essa discussão novamente em pauta”, conta o professor. Para Oriene, o fato de isso ter ocorrido primeiro na Faculdade de Direito, uma das “unidades mais importantes, mas também conservadoras da USP”, é muito significativo.

Por Tatiana Klix, iG São Paulo (replicado pela Equipe do INCTI)

Disponível em http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-05-31/faculdade-de-direito-recomenda-cotas-raciais-para-a-usp.html (acessado em 01.06.2012)

 

27.04.2012 - Nobel de Economia, Amartya Sen defende cotas nas universidades - por Flávio Aquistapace em Portal Aprendiz.

Pensar nas consequências das cotas ao longo do tempo, segundo as circunstâncias históricas do próprio país de ocorrência. Este é, para o indiano Amartya Sen, Nobel de Economia em 1998, um bom critério para se avaliar a validade de ações afirmativas como a que reserva vagas para determinados grupos étnicos nas universidades.

Disponível em http://portal.aprendiz.uol.com.br/2012/04/27/nobel-de-economia-amartya-sen-defende-cotas-nas-universidades/ (acessado em 15.05.2012)

 

27.04.2012 - UnB é pioneira na luta pela inclusão racial - UnB Agência

Oito anos depois da implantação do sistema de cotas mais de 1,2 mil alunos cotistas concluíram o curso superior.

A Universidade de Brasília abriu as portas para os negros excluídos da educação superior quando realizou o primeiro vestibular com o sistema de cotas em junho de 2004. A instituição foi pioneira na aplicação prática do sistema, que surgiu da proposta dos professores José Jorge de Carvalho e Rita Segato, ambos do departamento de Antropologia, aprovada no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão no ano anterior.

Disponível em http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6513 (acessado em 14.05.2012)

 

21.11.2011 - UnB já formou mais de 1 mil universitários pelas cotas - por Portal Aprendiz

O programa de cotas para negros da Universidade de Brasília (UnB) completou sete anos com um saldo de 1.024 cotistas formados. Desde o segundo semestre de 2004, quando a primeira turma de estudantes aprovada pelo sistema iniciou suas aulas na instituição, 6.180 candidatos cotistas já se matricularam na universidade. Para a reitoria, o programa – o primeiro de uma universidade federal – é símbolo de sucesso.

“Estamos no meio do processo, mas o programa é de grande sucesso e tem atingido as metas. Ele está de acordo com o compromisso público e social da universidade”, afirma a decana de Graduação da UnB, Márcia Abrahão. Em três anos, a instituição terá de fazer uma avaliação dos resultados do programa e definir se o mantém ou não.

Disponível em http://portal.aprendiz.uol.com.br/2011/11/21/unb-ja-formou-mais-de-1-mil-universitarios-pelas-cotas/ (acessado em 15.05.2012)

 

Afrosaberes por la puerta grande - Elespectador.com

Radiante, el antropólogo brasileño José Jorge de Carvalho me decía que se habían unido los Exús y los espíritus de la selva; Yemayá y las fuerzas del agua; los Inkisis y hasta los santos de los caboclos para que ocurriera una coincidencia excepcional: el 25 de abril, en la Universidad de Brasilia, inauguraban el Instituto de Ciencia y Tecnología de la Inclusión en la Enseñanza Superior y la Investigación, y al día siguiente, por voto unánime, diez magistrados de la Corte Suprema declaraban constitucional la política de cuotas para el ingreso de estudiantes indígenas y de ascendencia africana a todo el sistema universitario de Brasil.

Leia na integra em: http://www.elespectador.com/impreso/opinion/columna-342933-afrosaberes-puerta-grande (acessado em 2 de maio de 2012)

 

STF julga constitucional política de cotas na UnB

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) considerou constitucional a política de cotas étnico-raciais para seleção de estudantes da Universidade de Brasília (UnB). Por unanimidade, os ministros julgaram improcedente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186, ajuizada na Corte pelo Partido Democratas (DEM).

Disponível em: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=206042

 

Um branco pode ser negro. Não é uma questão biológica, mas política.

Referência: CAMASMIE, Amanda. Um branco pode ser negro. Não é uma questão biológica, mas plítica. In Desconfiando.wordpress.com, 15 de outubro de 2009.

Disponível em: http://desconfiando.wordpress.com/2009/10/15/um-branco-pode-ser-negro-nao-e-uma-questao-biologica-mas-politica/ (acessado em 20 de abril de 2012)

Sobre o texto: "Triste para alguns (quem dera fossem muitos), normal para outros. Infelizmente a temática do negro no Brasil ainda está ausente nessas e em quase todas as escolas. “Não é fácil definir quem é negro no país”, declara o antropólogo Kabegele Munanga, professor-titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista concedida à Estudos Avançados e reproduzida pelo site Geledés Instituto da Mulher Negra." (CAMASMIE, 2009).


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